Cases
Branddi protege Salve o Gui de golpes
Monitoramento e takedown que eliminaram +96% das fraudes e blindaram os canais oficiais de doação.
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Sobre a Empresa
A campanha "Salve o Gui" é uma iniciativa de mobilização nacional dedicada a arrecadar fundos para o tratamento de Guilherme, uma criança diagnosticada com Distrofia Muscular de Duchenne. O objetivo central é viabilizar a importação e aplicação do medicamento Elevidys, uma terapia gênica de valor multimilionário. Dada a urgência e o alto custo do tratamento, a campanha depende estritamente da confiança e do engajamento de doadores em plataformas digitais, operando com alta visibilidade na mídia e redes sociais.
Desafio
A ampla repercussão da causa e a urgência emocional associada ao tratamento de uma criança atraíram a atuação organizada de criminosos digitais que estruturaram um ecossistema sofisticado de fraudes para desviar doações.
O cenário mapeado pela Branddi identificou 218 ameaças potenciais ao longo do período, caracterizadas pela combinação de phishing tecnicamente elaborado e engenharia social que explorava a vulnerabilidade emocional de doadores. Fraudadores criavam sites espelhos que clonavam meticulosamente a identidade visual da campanha oficial, incluindo fotos, vídeos emocionais da família e depoimentos médicos, para simular páginas legítimas de contribuição coletiva e direcionar pagamentos para contas bancárias de laranjas completamente dissociadas da causa real.
Paralelamente, proliferaram perfis falsos em Instagram, Facebook e WhatsApp que utilizavam indevidamente imagens do Guilherme e da família para sensibilizar vítimas através de mensagens diretas e stories, divulgando QR codes e PIX fraudulentos como se fossem canais oficiais de doação.
Criminosos investiram ainda em anúncios patrocinados impulsionando essas fraudes em plataformas de mídia social, ampliando o alcance dos golpes e aumentando exponencialmente o número de pessoas expostas a tentativas de desvio de recursos. Cada real desviado não apenas representava perda financeira direta para a campanha em uma corrida contra o tempo para viabilizar o tratamento, mas também gerava desconfiança generalizada entre potenciais doadores que, ao serem lesados ou ao tomarem conhecimento de golpes, questionavam a legitimidade de todos os canais de arrecadação.
A situação criava um risco para a campanha: a quebra da credibilidade poderia comprometer irreversivelmente a capacidade de arrecadação em um momento onde cada dia de atraso no tratamento tinha consequências médicas diretas para o Guigui. A urgência em estancar o desvio de recursos vitais e restaurar a confiança dos doadores nos canais oficiais exigia uma resposta técnica imediata, precisa e contínua.
Solução Implementada
A Branddi estabeleceu uma operação de blindagem digital em regime de emergência, fundamentada em monitoramento contínuo, validação rigorosa e resposta acelerada para proteger tanto os recursos da campanha quanto a segurança dos doadores. A identificação do problema partiu de um sistema de monitoramento 24/7 que rastreava menções à campanha "Salve o Gui" em plataformas digitais, registros de novos domínios com termos similares, perfis criados em redes sociais e anúncios patrocinados utilizando imagens da família.
Esse radar contínuo permitiu a captura precoce de 218 ameaças potenciais antes que alcançassem escala massiva de vítimas. Cada ocorrência foi submetida a uma governança de validação rigorosa que aplicou critérios técnicos e contextuais para segregar perfis de apoio legítimo (iniciativas reais de divulgação por apoiadores da causa) de tentativas organizadas de golpe, garantindo precisão nas ações e evitando a remoção indevida de conteúdo genuíno de mobilização. Das 218 ameaças auditadas, foram confirmadas e neutralizadas 80 fraudes ativas, incluindo sites fraudulentos que clonavam páginas de doação e perfis falsos que replicavam conteúdo oficial para capturar doações via PIX e QR codes falsos.
Na frente de sites fraudulentos, a Branddi implementou um fluxo integrado de desindexação e bloqueio de domínios, atuando diretamente com provedores de hospedagem, autoridades de registro e plataformas de busca para derrubar páginas de phishing e impedir que aparecessem em resultados de pesquisa relacionados à campanha. Paralelamente, foram executadas denúncias estruturadas e massivas para plataformas sociais como Meta (Facebook e Instagram), WhatsApp e Google (YouTube), resultando na desativação acelerada de perfis imitadores e remoção de anúncios patrocinados que impulsionavam fraudes. A atuação abrangeu também a identificação e remoção de posts pagos que usavam indevidamente a imagem do Guilherme para direcionar doadores para canais fraudulentos.
Além da resposta reativa, a Branddi estabeleceu uma camada de vigilância preventiva mantendo URLs suspeitas em quarentena para monitoramento contínuo, criando um sistema de alerta precoce que identificava tentativas de reativação de fraudes ou surgimento de novos domínios e perfis fraudulentos antes da escalada. Essa abordagem proativa foi essencial em uma campanha com janela temporal crítica, onde cada hora de exposição a golpes poderia significar perda de doações vitais para o tratamento. Com uma taxa de sucesso de 96% nas tratativas de remoção, a operação garantiu a limpeza progressiva dos canais digitais e assegurou que recursos arrecadados chegassem exclusivamente ao destino correto, restaurando a confiança de doadores e blindando a integridade da campanha em seu momento mais
Sobre a Empresa
A campanha "Salve o Gui" é uma iniciativa de mobilização nacional dedicada a arrecadar fundos para o tratamento de Guilherme, uma criança diagnosticada com Distrofia Muscular de Duchenne. O objetivo central é viabilizar a importação e aplicação do medicamento Elevidys, uma terapia gênica de valor multimilionário. Dada a urgência e o alto custo do tratamento, a campanha depende estritamente da confiança e do engajamento de doadores em plataformas digitais, operando com alta visibilidade na mídia e redes sociais.
Desafio
A ampla repercussão da causa e a urgência emocional associada ao tratamento de uma criança atraíram a atuação organizada de criminosos digitais que estruturaram um ecossistema sofisticado de fraudes para desviar doações.
O cenário mapeado pela Branddi identificou 218 ameaças potenciais ao longo do período, caracterizadas pela combinação de phishing tecnicamente elaborado e engenharia social que explorava a vulnerabilidade emocional de doadores. Fraudadores criavam sites espelhos que clonavam meticulosamente a identidade visual da campanha oficial, incluindo fotos, vídeos emocionais da família e depoimentos médicos, para simular páginas legítimas de contribuição coletiva e direcionar pagamentos para contas bancárias de laranjas completamente dissociadas da causa real.
Paralelamente, proliferaram perfis falsos em Instagram, Facebook e WhatsApp que utilizavam indevidamente imagens do Guilherme e da família para sensibilizar vítimas através de mensagens diretas e stories, divulgando QR codes e PIX fraudulentos como se fossem canais oficiais de doação.
Criminosos investiram ainda em anúncios patrocinados impulsionando essas fraudes em plataformas de mídia social, ampliando o alcance dos golpes e aumentando exponencialmente o número de pessoas expostas a tentativas de desvio de recursos. Cada real desviado não apenas representava perda financeira direta para a campanha em uma corrida contra o tempo para viabilizar o tratamento, mas também gerava desconfiança generalizada entre potenciais doadores que, ao serem lesados ou ao tomarem conhecimento de golpes, questionavam a legitimidade de todos os canais de arrecadação.
A situação criava um risco para a campanha: a quebra da credibilidade poderia comprometer irreversivelmente a capacidade de arrecadação em um momento onde cada dia de atraso no tratamento tinha consequências médicas diretas para o Guigui. A urgência em estancar o desvio de recursos vitais e restaurar a confiança dos doadores nos canais oficiais exigia uma resposta técnica imediata, precisa e contínua.
Solução Implementada
A Branddi estabeleceu uma operação de blindagem digital em regime de emergência, fundamentada em monitoramento contínuo, validação rigorosa e resposta acelerada para proteger tanto os recursos da campanha quanto a segurança dos doadores. A identificação do problema partiu de um sistema de monitoramento 24/7 que rastreava menções à campanha "Salve o Gui" em plataformas digitais, registros de novos domínios com termos similares, perfis criados em redes sociais e anúncios patrocinados utilizando imagens da família.
Esse radar contínuo permitiu a captura precoce de 218 ameaças potenciais antes que alcançassem escala massiva de vítimas. Cada ocorrência foi submetida a uma governança de validação rigorosa que aplicou critérios técnicos e contextuais para segregar perfis de apoio legítimo (iniciativas reais de divulgação por apoiadores da causa) de tentativas organizadas de golpe, garantindo precisão nas ações e evitando a remoção indevida de conteúdo genuíno de mobilização. Das 218 ameaças auditadas, foram confirmadas e neutralizadas 80 fraudes ativas, incluindo sites fraudulentos que clonavam páginas de doação e perfis falsos que replicavam conteúdo oficial para capturar doações via PIX e QR codes falsos.
Na frente de sites fraudulentos, a Branddi implementou um fluxo integrado de desindexação e bloqueio de domínios, atuando diretamente com provedores de hospedagem, autoridades de registro e plataformas de busca para derrubar páginas de phishing e impedir que aparecessem em resultados de pesquisa relacionados à campanha. Paralelamente, foram executadas denúncias estruturadas e massivas para plataformas sociais como Meta (Facebook e Instagram), WhatsApp e Google (YouTube), resultando na desativação acelerada de perfis imitadores e remoção de anúncios patrocinados que impulsionavam fraudes. A atuação abrangeu também a identificação e remoção de posts pagos que usavam indevidamente a imagem do Guilherme para direcionar doadores para canais fraudulentos.
Além da resposta reativa, a Branddi estabeleceu uma camada de vigilância preventiva mantendo URLs suspeitas em quarentena para monitoramento contínuo, criando um sistema de alerta precoce que identificava tentativas de reativação de fraudes ou surgimento de novos domínios e perfis fraudulentos antes da escalada. Essa abordagem proativa foi essencial em uma campanha com janela temporal crítica, onde cada hora de exposição a golpes poderia significar perda de doações vitais para o tratamento. Com uma taxa de sucesso de 96% nas tratativas de remoção, a operação garantiu a limpeza progressiva dos canais digitais e assegurou que recursos arrecadados chegassem exclusivamente ao destino correto, restaurando a confiança de doadores e blindando a integridade da campanha em seu momento mais
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